terça-feira, 31 de julho de 2018

Cirurgia refrativa: O depois

Olá querido(a)!
Hoje vim aqui contar tudo sobre a minha cirurgia refrativa, ou cirurgia de miopia. Já estou querendo falar sobre isso aqui no blog a algum tempo,já que fiz a cirurgia em janeiro, porém não sabia como começar. Por isso decidi que essa série será dividida em três postagens (saíra uma por semana aqui no blog): "O problema", que no caso foi a postagem da semana retrasada, em que contei a minha história com o problema de visão; "O dia D", que foi a postagem da semana passada, em que vou contar sobre todo o pré-operatório e a cirurgia em si; "O depois", que é a postagem de hoje, em que irei contar sobre o pós-operatório e mais algumas coisas que aconteceram comigo depois da cirurgia.


Depois da cirurgia, que ocorreu no dia 25/01/2018, passado no máximo uma hora, meus olhos já começavam a dar sinal de ardência e eu não conseguia mantê-los abertos. Apenas compramos os colírios necessários e fomos para casa. Passei a viagem inteira com os olhos fechados e lacrimejantes, sentia que ia morrer de tanta dor e agonia. Foi horrível! Eu não via a hora de chegar em casa, deitar na minha cama e ficar em paz.

Tive que tomar dois remédios por via oral: Deocil sublingual comprimido - 10 mg (tomei 1 comprimido 8/8h por 3 dias); Tylex comprimido 30 mg (tomei 1 comprimido de 8/8h por 1 dia; esse eles me deram no próprio hospital, já que não tomaria muitos). De uso ocular foram usados 3 colírios diferentes: Vigamox colírio (pinguei uma gota 4/4h por 7 dias nos dois olhos); Predfort colírio (pinguei uma gota por dia nos dois olhos conforme o esquema: 4/4h por 7 dias, 6/6h por 7 dias, 8/8h por 7 dias, 12/12h por 7 dias); Systane (uso contínuo, pinguei uma gota em cada olho 6x/dia). E havia uma observação: "Quando o horário dos colírios coincidirem, dar intervalo de 10 minutos entre eles.".

Nesse dia que cheguei em casa em não consegui fazer nada sozinha porque não conseguia abrir os olhos. Minha mãe teve que fazer tudo pra mim e foi um sofrimento abrir os olhos para colocar os colírios. Meus olhos também ficaram muito sensíveis a luminosidade, por isso nada de luzes (naturais ou artificiais) e telas. A única coisa que tenho que dizer é que por três dias senti vontade de arrancar meus olhos e fiquei arrependida de ter feito a cirurgia. Passei esses dias na cama, no escuro e sem nada pra fazer (é triste). O dia da cirurgia foi o pior, os primeiros 3 dias também porém já conseguia fazer minhas coisas sozinhas usando o óculos que ganhei no hospital.

Voltei ao hospital 5 dias depois de ter feito a cirurgia (fiz a cirurgia em uma quinta-feira e voltei na terça-feira), dia 30/01/2018. Quando fui para a consulta, meus olhos não estavam incomodando tanto mas ainda estava sensível a luz. Foi aplicado colírio anestésico nos dois olhos e tiraram o curativo (lente). A médica olhou meus olhos e falou que estava tudo ótimo, disse que eu deveria continuar com os colírios e me liberou. Minha visão ainda não estava cem por cento, porém leva até 3 meses para ficar tudo certo (assim como várias cirurgias). Fui informada que poderia seguir vida normal, apenas teria que evitar praias e piscinas por um tempo. Marquei outra consulta para dali a um mês.

Fui para a consulta no dia 01/03/2018 e conversei com a médica que ainda estava enxergando embaçado, principalmente coisas iluminadas. Ela me disse que era assim mesmo e que em breve melhoraria. Falou que estava tudo ótimo, mas passou alguns colírios novamente. Para uso ocular: Systane (1 gota 6x/dia) e Predfort pinguei uma gota por dia nos dois olhos conforme o esquema: 4/4h por 7 dias, 6/6h por 7 dias, 8/8h por 7 dias, 12/12h por 7 dias, 1x/dia por 7 dias). Marquei outra consulta para dali a dois meses.

Fui para a consulta no mês de maio (não consigo lembrar o dia), e naquela consulta minha visão já estava ótima. Nada de embaçado e tudo bem. Fui informada que deveria continuar a usar o colírio Systane, que é um lubrificante, e que deveria fazer um exame de rotina (um Mapeamento de Retina). Se estivesse tudo certo eu, nem precisaria voltar lá, só voltaria depois de um ano.


Acabei optando por fazer esse exame aqui na minha cidade, Rio das Ostras, porque era mais fácil do que viajar para outra cidade (a médica de lá disse que não teria problema). Não consegui marcar com o meu médico, então marquei com outro que é igualmente bom e amigo da minha mãe. Fui na consulta em uma segunda-feira, no final de maio, e descobrimos que minha retina estava começando a descolar no olho direito (olho que lá atrás já tinha um problema). O médico falou que seria necessário fazer um laser para prevenir o descolamento, se não teríamos muito mais trabalho e dor de cabeça. Foi marcado para sexta-feira da mesma semana o procedimento, já que na outra semana iria viajar e ele não queria arriscar deixar eu viajar sem ter feito o procedimento. Antes de fazer o procedimento, entrei em contato com a médica que fez minha cirurgia e ela autorizou o processo (apenas falou que se eu tivesse dúvidas, poderia marcar uma consulta com um especialista em retina).

O procedimento foi básico, e nem se encaixa em cirurgia nem nada. Cheguei lá, meu olho foi dilatado e depois foi colocado colírio anestésico. Fui para uma sala, onde deitei em uma maca e ele começou o procedimento com o laser. Deve ter durado no máximo uns 10 minutos, e minha mãe e minha irmã permaneceram na sala comigo. Foi um pouco incômodo, já que parecia que meu olho estava sendo "socado" e um pouco como agulhas entrando nele, mas era suportável. Fiquei um pouco enjoada ao final do procedimento, mas nada demais (só paguei micão mesmo). Quando cheguei em casa tomei uma dipirona só porque estava com dor de cabeça, mas não estava sentido nada (e ele não passou nenhum medicamento ou colírio, apenas pediu repouso por uma semana). Me disse que em alguns dias o olho estaria cicatrizado e que eu teria que voltar para uma revisão em cerca de um mês. Não senti nada nos olhos quando a anestesia passou, na verdade nem parecia que tinha feito procedimento algum.

Depois da viagem, voltei ao médico e ele disse que o laser tinha ficado ótimo e que agora não tinha chance de ocorrer o descolamento. Marcou uma outra consulta, só para fazer uma revisão mesmo (pela minha ficha fazia mais de um ano que eu não ia no médico). Os exames foram rápidos e constataram que minha miopia estava zerada, mas que em um dos olhos fiquei com 0,5 de astigmatismo (o que não interfere em nada, já que é um número baixo e possuo um outro olho cem por cento).

Tenho que dizer que essa foi a cirurgia que mais quis fazer na minha vida e que valeu muito a pena. Apesar de algumas partes sofridas do processo, hoje me sinto feliz em abrir os olhos e enxergar o mundo bem lindo e nada embaçado. A dica que eu dou pra quem quer fazer é: se joga! É uma cirurgia que vai te dar uma qualidade de vida incrível.

Gostou de saber um pouco sobre a minha cirurgia de miopia? Qualquer dúvida você pode entrar em contato comigo.

Beijoos ;*

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Resenha literária: Cinquenta Tons na Prática [+18]

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro Cinquenta Tons na Prática.


Sinopse: Sexo tem que ser como um soco no estômago, deve pegar você desprevenido, fazendo com que perca o fôlego só de pensar no que está por vir. Sexo tem que fazê-lo pegar fogo, permitindo que uma parte sua que você nem imagina que existe venha à tona. Carícias suaves e luz de vela nem sempre têm esse efeito. 50 Tons na prática é o guia que vai tornar cada noite sua uma fantasia erótica. Você encontrará neste guia ideias devassas que com certeza vão aguçar sua imaginação e deixar seus nervos à flor da pele.

Assunto: Comportamento, Sexo.

Editora: Agir.

Páginas: 124.

Ano: 2012.

Sobre os autores: Debra e Don MacLeod são casados e autores de vários livros sobre sexo e relacionamento. Suas obras têm sido resenhadas no New York Times, USA Today e em vários outros jornais e revistas.


Tenho que dizer que nem sei porque li esse livro, mas foi muito por curiosidade (já que achei que seria algo falando sobre o BDSM em si).

A capa lembra bastante aquelas que encontramos na trilogia de Cinquenta Tons, porém, já adianto, nada tem a ver. A capa não me incomoda e até gosto dela, mas como dizem: não julgue o livro pela capa. Não vou falar sobre a diagramação, porque li pelo Kindle. A leitura corre fácil porque não é um livro longo.

É um livro para aquelas pessoas que estão em um relacionamento e querem apimentar a relação ou para quem apenas quer apimentar a vida sexual com o parceiro, porém não é um livro que recomendo. Por muitas vezes senti que a leitura é tola e é uma iniciação a coisas relacionadas a fetiches para pessoas leigas, ou é isso que os autores imaginam que as pessoas que vão ler são (quase que imbecis). Achei que focaria no BDSM e eles até tentam, sem sucesso. Caem em uma coisa fetichista que não tem nada de BDSM, falo sobre isso porque já li sobre o assunto que envolve muitas coisas que esse livro não chegou nem perto de retratar.

Como já disse, é um livro para apimentar a vida sexual e só. Não achei as informações relevantes, mas talvez para iniciantes sirva. Na verdade, em muitos momentos, bateu foi a vergonha alheia mesmo. Se pudesse, não indicaria esse livro pra ninguém, mas acho que todos devem ler e tirar as próprias conclusões sobre o conteúdo.

Esse livro eu baixei na internet e coloquei no meu Kindle, mas você pode encontrar em diversas lojas que vendem livros (principalmente lojas online).

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

sábado, 28 de julho de 2018

Não sei o que tá acontecendo com a minha vida

Olá querido(a)!
Sabe quando você não sabe o que acontecendo com a sua vida? Tô nesse momento!


Depois de uma onda de coisas boas e vibes positivas, muita coisa começa a dar errado. Sou daquela que aprendeu a pouco tempo a tirar o melhor de todas as situações, e sempre focar nas pequenas coisas boas. Confesso que não tenho conseguido fazer isso e perdi o controle da minha vida.

Não posso falar que tudo tem dado errado, mas tem coisas que dão errado e sugam nossa energia. Parece que as vezes o mundo conspira contra a gente, e a gente tem que aceitar. Sei lá. Muito complicado.

As coisas estão tão complicadas no momento que eu nem sabia o que ia postar hoje, preferi mandar a real e falar um pouco de mim. Felicidade vende em rede social, mas a realidade choca.

Já enxergo uma luz no fim do túnel e espero que na semana que vem tudo se resolva. Só quero voltar com a minha vida e com a felicidade em pequenas coisas. Na verdade o problema que estou tendo era pra ser uma das minhas felicidades, porém nem tudo tem garantias e as coisas estão dando errado.

Não sei o que tá acontecendo com a minha vida. Perdi o controle. Mas vou dar a volta por cima, retomar meus projetos. Ou, não me chamo Thais Terra.

O que achou desse texto? Me conta aí nos comentários!

Beijoos ;*

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Resenha literária: A Fantástica Fábrica de Chocolate

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro A Fantástica Fábrica de Chocolate.


Sinopse: Charlie Bucket adora chocolate. Sr. Willy Wonka, o mais incrível inventor no mundo, está abrindo os portões de sua Fantástica Fábrica de Chocolate a cinco crianças sortudas. É um prêmio de uma vida! Charlie precisa apenas de um Cupom Dourado, e essas guloseimas poderão ser todas dele.

Assunto: Literatura Infantil.

Editora: Martins Fontes.

Páginas: 210.

Ano: 2016.

Sobre o autor: Roald Dahl nasceu no País de Gales, filho de pais noruegueses. Passou a infância na Inglaterra e, aos dezoito anos, foi para a África como empregado da companhia de petróleo Shell. Participou da Segunda Guerra Mundial como piloto da Real Força Aérea da Inglaterra. Começou a escrever quando era adido da embaixada inglesa em Washington. Seus livros para adultos e crianças são hoje traduzidos e apreciados no mundo todo. 


Tenho que dizer que quis ler esse livro por causa do filme. Sou fã dos filmes da fantástica fábrica de chocolate e precisava ler esse livro para completar meu amor por essa história.

Na capa podemos ver um menino, o Charlie, olhando para uma máquina que fabrica chocolates. É uma capa simples mas que mostra a essência dessa história. Não é uma capa tão elaborada, mas me agrada. Por mais que tenha lido no Kindle, dessa vez posso falar que a diagramação é ótima. Ainda possui algumas ilustrações que dão vida a história. Apesar de suas 210 páginas, não é um livro demorado de ler.

Se você já assistiu aos filmes de A Fantástica Fábrica de Chocolate posso te dizer que o livro é fielmente descrito neles (diferenças são um detalhe ou outro acrescentado ao filme, no geral é igual). Gostei muito de ler e tirar a prova de que os filmes são fiéis ao livro. E confesso que senti aquele sentimento de nostalgia quando li o livro e fiquei feliz.

É um livro infantil, mas que tenho certeza que a história nele contida marcou gerações. Acho que quem já assistiu ao filme e gostou, deve ler o livro. Acho também que é uma ótima história para ler para crianças. Um livro atemporal e que todos deveriam ler. 


Como já disse, livro possui algumas ilustrações bem bonitas.

Esse livro eu baixei na internet e coloquei no meu Kindle, mas você pode encontrar em diversas lojas que vendem livros (principalmente lojas online).

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Os avós na minha vida

Olá querido(a)!
Hoje é dia de texto por aqui! Como é dia dos avós, decidi que seria bacana trazer algumas palavras bacanas por aqui.


Tenho que começar esse texto dizendo que não cheguei a conhecer minha avó por parte de mãe, mas todas as histórias que escutei dela a pintavam como uma pessoa boa e generosa. Era daquelas pessoas que dava o que tinha e o que não tinha, mas que sempre queria ajudar a todos. Faleceu antes de eu nascer, e jurava que eu ia ser um menino. Errou, mas sei que se me conhecesse me amaria mesmo assim.

Meu avô por parte de mãe era uma pessoa incrível. Estivemos com ele até os meus 6 anos quando veio a falecer por causa de um acidente. Faz muita falta, já que era uma pessoa tão alegre e tão independente, que estava sempre se divertindo com a gente quando nos encontrávamos. Sempre imagino como seria com ele hoje por aqui, vivendo sua vidinha, seguindo em frente, sendo feliz...

E casa de avós é aquele lugar no mundo que consegue aquecer o nosso coração, né? Considero assim a casa dos meus avós paternos, mas confesso que vejo eles menos do que eu gostaria. É incrível chegar a casa deles e sentir aquele cheirinho de comida caseira e outras gostosuras, as conversas intermináveis e até fazer alguma atividade interessante juntos (assistir tv, jogar vídeo game, montar um quebra-cabeça...).

A questão é enxergar o quanto os avós são importantes na nossa vida e história. São aqueles que estão presentes para nos dar os conselhos mais sábios, já que já viveram muitas experiências. O dia dos avós é todos os dias, hoje é apenas uma forma de exaltar esses seres maravilhosos.

O que achou desse texto? Me conta aí nos comentários!

Beijoos ;*

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Resenha literária: História das Civilizações

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro História das Civilizações.



Sinopse: Poucos assuntos geram tanta curiosidade quanto as Histórias das Civilizações. Afinal, as sapiências adquiridas por civilizações como as Egípcias, Maia, Asteca e Inca até hoje desafiam a lógica e a ciência. Os mistérios se ampliam quanto mais descobertas arqueológicas são realizadas. De onde veio todo o seu conhecimento? Por muito tempo ainda haveremos de nos espantar com toda a cultura que aqueles povos legaram às civilizações futuras.

Assunto: História.

Editora: Discovery Publicações.

Páginas: 96.

Ano: ?


Comprei esse livro na Bienal do Livro do ano passado só porque era sobre civilizações antigas, e amo livros do tipo. O que ajudou foi o preço e porque era um livro fininho.

A capa é preta com a imagem de um sarcófago e com outras imagens menores que representam coisas das culturas das civilizações faladas no livro. Na capa vemos os nomes das civilizações que estarão presentes no livro. A capa é simples, na minha opinião, e remete a uma revista. A diagramação dele é muito boa. A leitura é fácil e rápida, já que o livro é curto.

É um livro que eu não sei nem o que dizer, porque eu amo estudar sobre a civilizações antigas. Pra quem tem curiosidade sobre esse assunto, vai se esbaldar com esse livro. Traz várias informações relevantes e interessantes, mas não vou dizer que é tão profundo (já que trata sobre várias civilizações em um livro tão curto). As civilizações antigas são muito ricas e possuem uma cultura muito interessante, e seu estudo faz compreendermos melhor nossa sociedade atual. O legal é que o livro possui muitas imagens, o que ajuda a tornar a leitura mais gostosa.

É o tipo de livro pra quem curte o mínimo de história do mundo, mas é mais indicado para aqueles, como eu, que amam a história das civilizações antigas. Tem muitas informações interessantes que valem a pena a leitura. E eu acho bem interessante tentar entender, ou pelo menos conhecer essas civilizações mais antigas.


Como você pode ver o livro possui muitas imagens.

Comprei esse livro na Bienal do Livro 2017 e paguei R$ 10,00 nele.

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

terça-feira, 24 de julho de 2018

Cirurgia refrativa: O dia D

Olá querido(a)!
Hoje vim aqui contar tudo sobre a minha cirurgia refrativa, ou cirurgia de miopia. Já estou querendo falar sobre isso aqui no blog a algum tempo,já que fiz a cirurgia em janeiro, porém não sabia como começar. Por isso decidi que essa série será dividida em três postagens (saíra uma por semana aqui no blog): "O problema", que no caso foi a postagem da semana passada, em que contei a minha história com o problema de visão; "O dia D", que é a postagem de hoje, em que vou contar sobre todo o pré-operatório e a cirurgia em si; "O depois" em que irei contar sobre o pós-operatório e mais algumas coisas que aconteceram comigo depois da cirurgia.


No dia 09 de novembro de 2017 fui para minha primeira consulta no Hospital de Olhos de Niterói, na Unidade Plaza Corporate. Fui atendida por uma especialista em cirurgia refrativa, Dra. Lia Patrão. Fui toda empolgada pensando que resolveria todos os meus problemas no mesmo dia, já que o outro médico tinha liberado a cirurgia (só não tinha feito mesmo). Chegando lá fui mostrar um exame que meu médico, daqui de Rio das Ostras, havia feito nos meus olhos e tinha uma observação dizendo para ter uma tenção maior no olho direito. Ela me explicou que precisaria fazer uma bateria de exames, porque essa "coisa" que podia existir no meu olho poderia gerar um problema futuro, que poderia precisar de um transplante de córnea no futuro se a cirurgia fosse feita. Falou sobre os tipos de cirurgia, como funcionavam e qual era a mais indicada para o meu caso (no caso a PRK). Também me foi explicado que se pudesse fazer a cirurgia, com certeza, o plano de saúde cobriria ela integralmente.

Confesso que no momento que fui informada sobre isso fiquei desesperançosa, mas ao mesmo tempo feliz de não ter feito a cirurgia antes com o outro médico. Ele nunca falou que existia qualquer impossibilidade e nunca comentou sobre o problema. Fiquei triste, porém aliviada. Agora precisava fazer os novos exames pré-operatórios. Fui marcada para o dia 14 de novembro de 2017, e fui informada de que deveria usar um colírio lubrificante (Optive ou Fresh Tears) e ficar sem usar lentes de contato (elas podem alterar o resultado de exames).

No dia 14 de novembro de 2017 fui fazer todos os exames na Matriz Icaraí: Acuidade Visual com Laser (Monocular); Ceratoscopia Computadorizada (Monocular); Microscopia Especular de Córnea (Monocular); Paquimetria Ultrassônica (Monocular). Depois de ter feito todos os exames, voltei para a sala da médica e ela me disse que estava tudo ok para a cirurgia. Me deu os papéis e fui encaminhada para o setor de cirurgias para efetuar a marcação. Não consegui agendar a cirurgia de cara, já que o plano de saúde tinha que dar a autorização. Mas assim que a autorização saísse, a mesma seria marcada.

Minha cirurgia foi marcada para 25/01/2018 as 15:00 horas na Matriz Icaraí. A demora para a cirurgia se deu pelo período de feriados, férias e demora para a liberação pelo plano de saúde. Com certeza, as pessoas que pagam particular conseguem fazer muito mais rápido. 

No dia da cirurgia foi indicado: não usar perfume e maquiagem (não usar rímel ou lápis três dias antes da cirurgia e remover efetivamente o resíduo destes produtos); vir com um acompanhante maior de 18 anos, não dirigir, não necessita jejum; fazer refeição leve; não usar lentes de contato no mínimo 5 dias, exceto em caso de orientação distinta dada pelo cirurgião. Fiz a cirurgia PRK que era a mais indicada para o meu caso, e que o plano de saúde cobria.


Confesso que no dia eu não sabia o que sentir, estava ansiosa, feliz e ao mesmo tempo nervosa. Acho que todo esse nervoso que eu estava sentido se deu por conta de eu ter assistido alguns vídeos desse tipo de cirurgia no Youtube, e acabei ficando com aflição (ou seja, não assista). Me lembro que cheguei ao hospital e foi ali que caiu a ficha e comecei a ficar preocupada. Chegando lá, fizemos a ficha e logo fui encaminhada para a identificação e enfermaria (onde foram dados remédios para dor e um calmante sublingual). Devo falar do atendimento impecável pelos funcionários do hospital, todos sorrindo e fazendo de tudo para deixar todos calmos. Voltei para a recepção, esperei mais um pouco e logo fui chamada.

Quando entrei, tive que tirar minhas roupas e colocar roupas para o centro cirúrgico. Depois disso fui encaminhada para uma pré-sala, em que fui colocada em uma cadeira e ficaram aplicando colírios nos meus olhos (para anestesiar). Acho que fiquei pelo menos uns 5 minutos nessa sala, logo veio uma enfermeira me levar para o centro cirúrgico (falo me levar, porque, definitivamente, desde que saí da recepção sem meus óculos eu não enxergava nada direito). 

Foi colado uma proteção em meu rosto que deixava apenas um olho a mostra e nele foram aplicadas mais umas gotas de colírio anestésico. Depois foi colocado um ganchinho que deixa o olho completamente aberto (sobre piscar, não há necessidade por causa do colírio). Ela fez uma raspagem e em seguida aplicou o laser, depois lavou o olho, aplicou uma lente de contato (que é como se fosse um curativo, que serve para proteger até a área cicatrizar) e foi fazer o próximo. O outro olho foi a mesma coisa (sim, os dois olhos foram operados no mesmo dia). Não sei quanto tempo durou, mas minha mãe me disse, depois, que eu não tinha ficado nem meia hora lá dentro. Se eu não me engano é, em média, 5 minutos em cada olho. Não doeu nada. Confesso que ali na sala de cirurgia, já consegui ver a diferença na visão (mas parecia que eu estava submersa em água).

Depois disso fui encaminhada para o quarto e logo minha mãe chegou. Trouxeram minhas roupas e um lanche, e fiquei esperando a médica. Comi, me troquei e logo depois a médica chegou. Deu todas as instruções, deu um óculos escuros e mais algumas coisas. Me liberou logo, pois disse que quando passasse o efeito do colírio eu já ia querer estar longe dali.

Fui para casa, mas foram umas três horas de carro até chegar (como já falei, moro em uma cidade no interior). Agora sobre o pós-operatório vou deixar para falar na próxima postagem, e contar tudo detalhadinho para você. 

Gostou de saber um pouco sobre a minha cirurgia de miopia? Qualquer dúvida você pode entrar em contato comigo. Não esqueça de acompanhar as próximas postagens sobre o assunto!

Beijoos ;*

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Resenha literária: Egito Antigo

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro Egito Antigo.



Sinopse: O que chamamos de Egito Antigo é uma das mais antigas e fascinantes nações da história universal, cujos primeiros registros datam de cerca de 4500 anos antes da Era Cristã. Berço de uma civilização sofisticada, os egípcios nos legaram uma série de descobertas, inventos e conquistas que foram tão importantes para o desenvolvimento da humanidade, como a escrita e os métodos de cálculos, os avanços na medicina, a aplicação nas artes e a tecnologia da arquitetura.

Assunto: História.

Editora: Discovery Publicações.

Páginas: 96.

Ano: ?


Comprei esse livro na Bienal do Livro do ano passado só porque era sobre Egito, e amo livros do tipo. O que ajudou foi o preço e porque era um livro fininho.

A capa é preta com a imagem de um sarcófago, o que faz remeter super ao Egito. Na capa vemos muitas chamadas sobre o que você vai encontrar no conteúdo do mesmo. A capa é simples, na minha opinião, e remete a uma revista. A diagramação dele é muito boa. A leitura é fácil e rápida, já que o livro é curto.

É um livro que eu não sei nem o que dizer, porque eu amo estudar sobre a história do Egito. Pra quem tem curiosidade sobre isso, vai se esbaldar com esse livro. Traz várias informações relevantes e interessantes, que acabamos não aprendendo na escola, já que o Egito não é algo que se trate com tanta importância (apesar de eu achar importante). Uma cultura muito rica que vale a pena ser estudada e conhecida. O legal é que o livro possui muitas imagens, o que ajuda a tornar a leitura mais gostosa.

É o tipo de livro pra quem curte o mínimo de história do mundo, mas é mais indicado para aqueles, como eu, que amam a história do Egito. Tem muitas informações interessantes que valem a pena a leitura. E eu acho bem interessante tentar entender, ou pelo menos conhecer essas civilizações mais antigas.


Como você pode ver o livro possui muitas imagens.

Comprei esse livro na Bienal do Livro 2017 e paguei R$ 10,00 nele.

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

sábado, 21 de julho de 2018

Moda plus size: calças cheias de estilo para você!

Olá querido(a)!
Hoje resolvi trazer uma seleção de calças plus size, a convite da Rosegal, que vão fazer você arrasar no look. Já adianto que escolhi peças lindas para você!


Acho tão legal que cada dia mais as lojas estão preocupadas em vestir todas as pessoas. Hoje encontramos roupas pra todos os gostos e tamanhos, e isso é uma evolução no mundo da moda. O plus size tem invadido as prateleiras e com peças bem estilosas. Digo isso porque antigamente as lojas não tinham peças em tamanhos maiores ou, quando tinham, as roupas eram super sem graças. O "x" da questão hoje é reconhecer que as pessoas vem em diversos tamanhos e todas querem se expressar em seus looks, então as lojas tem abraçado a causa e tem trazido peças incríveis para todos os públicos.

Vou mostrar algumas peças que foram minhas escolhas, e você vai ver como essa seleção está linda. Confesso que acho super difícil achar peças de baixo no meu tamanho (como: calças, saias, shorts, etc), e olha que não sou plus size. Acho importante ter essa categoria e por isso escolhi as peças com muito carinho. Já quero as calças que escolhi para mim!

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Tinha que começar com essas peças bem góticas e que são a minha cara. A primeira parece mais basiquinha e ótima para usar de manhã em um look mais esportivo, de preferência com tênis. Gosto dessas amarrações do lado porque são um charme todo especial a peça. A segunda é toda sensual por causa da fenda com essa renda. Super recomendo usar essa calça em um look noite. Achei chique!

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Essas calças já foram mais ousadas e diferentes só por causa da cor, saindo do all black para algo de outra cor (porém continuo sóbria). A primeira é uma calça cinza num modelo mais diferentão que olhando rápido parece uma saia, achei mara. A segundo é uma calça em listas verticais que ajudam a afinar a silhueta. Além desse detalhe, a peça possui fendas frontais que deixam o look mais estiloso e sexy. As duas peças são bem legais para serem usadas tanto de manhã quanto a noite.

Acabei de mostrar alguns modelos de calças bem bonitas e com detalhes que dão uma cara mais fashion ao look.  Mas, como sabemos, calças estilosas nunca são demais, more modelos no site.

Você gosta de calças? O que você achou das minhas dicas calças estilosas plus size? Me conta aí embaixo quais as peças que você mais gostou!

Beijoos ;*

*Essa postagem é um publieditorial.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Amizade não é obrigação!

Olá querido(a)!
Hoje é dia de texto por aqui! Como é dia do amigo e dia internacional da amizade, nada melhor que um texto sobre o tema. E esse é um tema que tenho refletido bastante nos últimos tempos.


As amizades são diferentes. Algumas tem suas fases. Outras terminam antes do que esperamos. Poucas duram a vida inteira. O importante não é o tempo que uma amizade dura, mas o quanto ela foi boa e importante pra sua vida enquanto durou.

As vezes as pessoas tem uma ideia errada sobre relacionamentos, tanto as amizades quanto os lances amorosos, elas acham que as coisas tem que durar pra sempre. Vou te dizer uma coisa: na vida as coisas não tem garantias! Sim, elas podem acabar em qualquer momento e por diversos motivos.

Os relacionamentos nem sempre terminam em brigas, as vezes é questão de afinidade ou da vida mesmo, que afasta as pessoas. E a gente deve entender e aceitar essas coisas. Sabe porquê? Porque a amizade que é pra ser boa e leve vira obrigação, e isso não é bom. Te angustia e angustia todo mundo, porque fingir uma coisa que não tá mais lá gasta muito mais energia do que cada um seguir seu caminho.

Acho que a gente tem que prestar atenção nas nuances pra tirar o time de campo na hora certa. Amizade por obrigação não interessa a ninguém. Não vamos ficar magoados por uma coisa que não está mais ali, que não se sente. Nos obrigar a sentir a amizade porque "antigamente funcionava" não cola.

A vida muda, as lembranças ficam. Devemos encarar as amizades que passaram, que vão passar e as que estão presentes como fonte de lembranças felizes, além de importantes para o nosso crescimento. Não quero com esse texto menosprezar as amizades, só quero que percebam que a amizade por obrigação não é saudável. O importante é que seja eterno enquanto dure, mesmo que dure alguns dias, horas ou minutos.

O que achou desse texto? Me conta aí nos comentários!

Beijoos ;*

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Leggings: o conforto em forma de roupa

Olá querido(a)!
Hoje resolvi trazer uma seleção de leggings, a convite da Zaful, que vão fazer você montar aquele look confortável e estiloso.


Acho que a moda está aí como uma forma de expressarmos nossa personalidade e criatividade, mas quem falou que não pode ser confortável? Já fui o tipo de pessoa que achava que valia tudo para estar bem vestida, mas hoje vejo a moda de outra forma. Agora se você me mostrar um look com as últimas tendências e um look confortável, vou escolher o confortável. E como fã de leggings, não podia deixar de falar delas por aqui, já que são o conforto em forma de roupa. E pra quem acha que estou falando da boca pra fora: viajei e usei legging praticamente todos os dias! Sem contar que hoje está super em alta usar looks confortáveis e casuais, né nom?

Vou mostrar algumas peças que foram minhas escolhas, e você vai ver como dá pra usar legging e ficar estilosa, já que hoje encontramos diversos modelos dessa peça. O legal é que tem legging para todo tipo de pessoa. O bom é que com essa peça que é considerada simples, você vai poder montar os looks mais legais do mundo.

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Todo mundo sabe que essa vibe mais esportiva nos looks está em alta e você já pode encontrar isso nas leggings, apesar que elas basiquinhas mesmo já me remetem a um visual mais esportivo. A graça das calças acima é que elas possuem essas listras laterais que trazem essa pegada esportiva, além de serem um charme a mais. Na primeira temos até uma abertura lateral que deixa o look até mais sensual, sabe? A segunda já é mais basicona, porém linda também.

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Essas outras opções são aquelas pra quem quer sair do básico. A primeira escolha é pra mais discretas, mas que querem conforto: uma legging que imita jeans. Confesso que não é a opção mais ousada, mas já não é aquela legging pretinha e básica. Vale pra quem curte um jeans. A segunda já é pra quem quer arrasar na night e estar confortável para dançar muito: uma legging metalizada. Sou suspeita para falar, já que amo peças metalizadas. Você vai brilhar na balada se tiver uma dessas!

Acabei de mostrar alguns modelos de legging que vão fazer você arrasar nos looks sem deixar o conforto de lado. Eu sei que você quer dar um click aqui para ver mais modelos incríveis.

Você gosta de leggins? O que você achou das minhas minhas escolhas? Me conta aí embaixo quais as peças que você mais gostou!

Beijoos ;*

*Essa postagem é um publieditorial.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Resenha literária: Cultura da Conexão

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro Cultura da Conexão.



Sinopse: Essa máxima simples, mas definitiva, norteia a análise de três renomados pensadores atuais da mídia moderna - entre eles Henry Jenkins, autor do referencial Cultura da Convergência (Aleph) - sobre o futuro da circulação de conteúdo nos meios de comunicação social e digital. Vivemos uma mudança de paradigma na mídia: a passagem de uma mentalidade regulada pela lógica da radiodifusão, que dominou todo o século 20, para outra em que o controle sobre a produção e a distribuição cultural já não é tão rígido; uma nova proposição que permite e valoriza o engajamento das audiências. Hoje, as pessoas não se limitam ao simples papel de consumidor. Discutem, reagem, espalham seus interesses e críticas pelas diferentes modalidades de mídia. Querem ser ouvidas, atendidas, recompensadas. Entre as muitas possibilidades dessa cultura cada vez mais ligada em rede, há pelo menos uma grande certeza: será mais bem-sucedido quem souber lidar melhor com as aspirações e desejos de um público ávido por participar e opinar.

Assunto: Comunicação.

Editora: Aleph.

Páginas: 408.

Ano: 2013.

Sobre os autores: Henry Jenkins é professor adjunto de Literatura e diretor do Programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT - Instituto de Tecnologia de Massachusetts; também leciona Comunicação, Jornalismo, Artes Cinematográficas e Educação na Universidade do Sul da Califórnia. Autor de vários livros sobre mídia e comunicação, entre os quais Cultura da Convergência, Jenkins é referência no estudo dos efeitos da mídia participativa na sociedade, na política e na cultura, sendo considerado um dos mais influentes pesquisadores da área na atualidade. Sam Ford é diretor de Engajamento da Audiência da agência Peppercomm Strategic Communications, afiliada ao Programa de Estudos Comparativos de Mídias do MIT e ao Programa de Estudos de Cultura Popular da Western Kentucky University. Em 2011, coeditou o livro The Survival of Soop Opera. Joshua Green é Estratégista da Undercurrent, uma empresa de estratégia digital. Ph.D. em Estudos de Mídia, coordenou projetos de pesquisa no MIT e na Universidade da Califórnia. Em parceria com a pesquisadora australiana Jean Burgess, coescreveu o livro Youtube e a Revolução Digital.


Eu comprei esse livro para ler e ver se aproveitava algumas coisas dele para meu TCC da pós-graduação, já que achei Jenkins genial em seu livro Cultura da Convergência. Porém, já confesso aqui, que o livro me deixou decepcionada.

A capa é bem basicona e toda em preto, apenas com a escrita em colorido (no caso em laranja, amarelo e branco). Como é um livro mais focado em estudo, acho a capa assim ideal. Não é uma capa que chama a atenção, mas me agrada. A diagramação dele é muito boa. A leitura é mais complexa por ser um livro de estudo e por ter suas 400 páginas, porém demorei em torno de uma semana para ler.

Como já disse acima, não foi um livro que eu amei ler. Eu gosto muito do Jenkins, porém acho que me desagradou a fato de ter outros autores neste livro. Um outro ponto que me incomodou é que sempre que terminavam um texto dentro do livro, ele não era concluído totalmente e dizia que para ter acesso eu deveria comprar a versão completa (sendo que não diz nada que essa não é uma edição completa, ou que exista outra). Por esse motivo achei o livro incompleto e me decepcionou, sem contar que não vi grandes discussões ou informações novas.

É aquele livro importante para os estudantes de comunicação, porém como já disse eu não gostei (mas, é claro, você pode gostar). É sempre interessante entender melhor como funciona o mundo da comunicação e a mídia, então serve para os curiosos também.

Comprei esse livro na Saraiva e paguei R$ 8,88 nele.

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

terça-feira, 17 de julho de 2018

Cirurgia refrativa: O problema

Olá querido(a)!
Hoje vim aqui contar tudo sobre a minha cirurgia refrativa, ou cirurgia de miopia. Já estou querendo falar sobre isso aqui no blog a algum tempo,já que fiz a cirurgia em janeiro, porém não sabia como começar. Por isso decidi que essa série será dividida em três postagens (saíra uma por semana aqui no blog): "O problema", que no caso é a postagem de hoje, em que irei contar a minha história com o problema de visão; "O dia D" em que irei contar sobre todo o pré-operatório e a cirurgia em si; "O depois" em que irei contar sobre o pós-operatório e mais algumas coisas que aconteceram comigo depois da cirurgia.


Muita gente que conheço começou com seus problemas de visão quando eram criancinhas, mas comigo foi diferente, meu problema apareceu na adolescência. No final do meu oitavo ano escolar é que descobri o problema. Na verdade a coisa toda começou antes disso, mas só lá pelo final de 2008. Quando meu desempenho escolar começou a cair e eu comecei a reclamar de constantes dores de cabeça. Mas pra mim, eu não enxergava mal, e sim que todos enxergavam como eu. E é bizarro, que tiveram que acontecer várias coisas até eu e minha família decidirmos ir ao médico para resolver o problema.

Quando fui ao médico foi constatado que eu tinha problema de visão, e o grau era bastante alto para alguém que nunca teve problemas coma questão de enxergar. Se não me engano eu tinha mais de 3 graus de miopia em cada olho, sem contar que também possuía algum grau de astigmatismo. 

No primeiro ano com o problema usei apenas óculos, já no final de 2009 fui apresentada ao mundo maravilhoso das lentes de contato e comecei a usar lentes de cor azul com grau. Com os anos passando, o grau foi aumentando. A lente colorida começou a me dar muitas alergias, já que possuía corante e modelo rígido. No fim de 2012 aderi a lentes de contato descartáveis, antialérgicas, gelatinosas e sem cor. Só sei que no fim de 2013 eu já contava com um pouco mais de 6 graus de miopia em cada olho e mais uns 2 graus de astigmatismo também. 

Confesso que de 2013 a 2016 meus olhos começaram a rejeitar as lentes de contato de tal forma que  a única solução viável era fazer a cirurgia, já que eu não estava conseguindo me adaptar aos óculos (passei anos usando lentes de contato). Como meu grau não aumentava fazia uns 2 ou 3 anos, meu médico liberou a cirurgia em 2016 (quando já estava prestes a fazer 21 anos, que é a idade recomendada para a cirurgia). Claro, que fizemos alguns exames para chegar a conclusão que eu teria chance de fazer a cirurgia, mas ele disse que eu teria que fazer outros que o cirurgião iria pedir.


Foi indicado para mim alguns médicos, mas foi difícil até conseguir marcar consulta com algum. Marquei consulta com um que meu médico indicou. Tive que ir para outra cidade fazer a consulta e fiz todos os exames no mesmo dia. O médico me liberou para a cirurgia, porém me cobrou R$ 650,00 reais em cada olho, somando um total de R$ 1300,00 (sendo que tenho plano de saúde e o plano cobre a cirurgia, esse dinheiro foi cobrado por fora). Me ligaram na outra semana um dia antes avisando da cirurgia, mas não fui por muitos motivos (morar longe, ter que me preparar ficando alguns dias sem usar lentes de contato, etc). Depois esperei por meses e nunca me ligaram. Liguei várias vezes e nunca marcavam. Hoje posso dizer que as coisas deram errado porque tinham que dar, já que o médico não me passou confiança e ainda tinha essa história de "pagar por fora".

Voltei no início de 2017 ao meu médico sem a cirurgia feita e com muitas alergias nos olhos. Ele me deu o pedido de cirurgia novamente e falou pra eu tentar com esse médico, já que já tinha feito todos os exames. Liguei e disseram que não aceitavam mais meu plano de saúde, e isso acabou comigo. Desisti da cirurgia depois disso.

No começo do segundo semestre de 2017 voltei ao meu médico com uma alergia muito forte nos olhos, já estava a mais de um mês sem usar lentes de contato. Fui para resolver a alergia, mas também fui com uma opção de hospital para fazer a cirurgia (uma pessoa tinha me indicado). Ele falou que eu podia ver sim nesse hospital que era bom, mas me deu o nome de um outro médico.

Resolvi seguir minha intuição e ligar para o hospital, que foi o que eu tinha pesquisado. Foi aí que essa história da cirurgia começou a criar forma realmente. Vou contar tudo sobre isso e a cirurgia em si na próxima postagem.

Gostou de saber um pouco da minha história com a miopia? Não esqueça de acompanhar as próximas postagens sobre o assunto!

Beijoos ;*




segunda-feira, 16 de julho de 2018

Resenha literária: Como se Tornar o Pior Aluno da Escola

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro Como se Tornar o Pior Aluno da Escola.


Sinopse: Danilo Gentili foi o pior aluno da escola. Em seu histórico escolar acumulou 78 assinaturas no livro negro, 12 suspensões e 1 expulsão. Na infância ele já dava mostras de seu futuro: aos 4 anos fez sua primeira piada inconveniente e aos 7 começou a desenhar planos terríveis. Apesar de ter sido expulso algumas vezes da sala de aula da faculdade, conseguiu formar-se em Comunicação Social. Após a expulsão de vários empregos, ajudou a erguer o cenário da Comédia Stand-up no país e foi convidado para integrar o programa de humor CQC ? Custe o que Custar. Em sua primeira matéria para o programa conseguiu ser expulso do zoológico e a primeira vez em que visitou Brasília foi expulso do Congresso. Ou seja, se existe alguém neste mundo que sabe como é ser o pior aluno e, ainda assim, se dar muito bem, este sujeito é Danilo Gentili, que, além de tudo isso, acaba de lançar seu primeiro livro: Como se tornar o pior aluno da escola - Manual completo, ilustrado, revisado e não recomendado para estudantes, com textos e ilustrações de sua autoria (os anos de rabiscos pelos cantos dos cadernos tinham que render alguma coisa!).

Assunto: Literatura Infantil, Literatura Infanto-Juvenil.

Editora: Panda Books.

Páginas: 168.

Ano: 2009.

Sobre o autor: Danilo Gentili Jr. (Santo André, 27 de setembro de 1979) é um comediante, apresentador, ator, escritor, cartunista, fotógrafo, repórter, publicitário e empresário brasileiro.


Eu fiquei curiosa para ler esse livro, porque na época estava super falado por conta do filme que foi lançado baseado nele. Também quis ler porque foi o Danilo Gentili que escreveu, e como sou fã já estava doida pra ler. Quando ele disponibilizou o livro de graça para Kindle pela Amazon, eu baixei.

A capa é de cor vermelha e cheia de desenhos. O vermelho sempre traz aquele significado de perigo e tal, então tem a ver com aquele aluno mais levado. Também podemos associar a capa vermelha a nota desse aluno ruim. Gosto dessa capa porque ela é bem lúdica. Li o livro pelo aplicativo do Kindle para celular e posso dizer que a diagramação é incrível, e o livro tem muitas imagens e é lindo! A leitura corre fácil já que o livro é curto e possui imagens que complementam os textos.

O livro é montado de uma forma que pareça um manual para se tornar o pior aluno da escola. Tem várias dicas e tal do que fazer para chegar lá. Enquanto estava lendo eu confesso que escutava o Danilo Gentili narrando o livro, porque o livro é muito ele. Eu gostei bastante que o livro é bonito em seu designe e isso ajuda a complementar a leitura. Foi uma leitura gostosa e engraçada de fazer.

Recomendo esse livro para as crianças que estão começando a ler, porque elas vão realmente gostar. Também é indicado para você que está procurando algo leve e engraçado para ler, se você gosta do Danilo Gentili também vale a leitura.

Esse livro eu baixei na Amazon e acessei pelo aplicativo do Kindle para celular, mas tenho certeza que você encontra em muitas lojas para comprar (a versão física é bem bonita).

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

sábado, 14 de julho de 2018

Na telinha: Samantha!

Olá querido(a)!
Hoje eu vim falar um pouco sobre a série Samantha! que lanço semana passada na Netflix.


Desde que vi o trailer dessa série rolando pela internet já estava ansiosa por sua estreia. Primeiro, porque essa vibe de anos 80 encanta todo mundo. Segundo, que a história me pareceu bastante com a da Simony. Terceiro, que aqui no Brasil anos atrás existia essa coisa de grupos infantis e tal, então super nostálgico. O que me motivou a assistir também, é que a série é nacional e acho que você já sabe o quanto prezo produções do tipo.

"Uma ex-estrela mirim, que já viveu seu momento de auge como atriz, enfrenta dificuldades na carreira e na vida pessoal. Ela é casada com um ex-jogador de futebol, que acaba de sair da cadeia após 10 anos atrás das grades, mas a liberdade do marido está longe de ser a solução de seus problemas. Quando ele sai da prisão, a vida do casal muda completamente."


Apesar da minha certeza que a história é baseada em grandes estrelas mirins do Brasil, a história se torna original já que esse tema nunca foi explorado (pelo menos eu acho). É uma série de comédia, porém não é aquela coisa que vai fazer você morrer de ri, mas tem sua graça. É importante ressaltar que a Samantha é aquele tipo de personagem insuportável, mas que você não consegue odiar. Durante toda a série ela relembra momentos de sua carreira e até sinto ela repensar tudo o que fez aos outros. Também é uma série bacana do ponto de vista de refletir sobre o quanto a TV mudou dos anos 80 pra cá, e que coisas que eram normais hoje são consideradas absurdos pelo politicamente correto.

A série possui apenas uma temporada, por enquanto, com 7 episódios de 30 minutos cada, ou seja, uma série super curtinha. É uma comédia, apesar de eu não ter achado tão engraçada assim. Estou doida pela próxima temporada!


Você pode assistir essa série pela Netflix que é a produtora da mesma.

Já assistiu essa série? Deixe seu comentário pra eu saber a sua opinião!

Beijoos ;*