quarta-feira, 18 de julho de 2018

Resenha literária: Cultura da Conexão

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro Cultura da Conexão.



Sinopse: Essa máxima simples, mas definitiva, norteia a análise de três renomados pensadores atuais da mídia moderna - entre eles Henry Jenkins, autor do referencial Cultura da Convergência (Aleph) - sobre o futuro da circulação de conteúdo nos meios de comunicação social e digital. Vivemos uma mudança de paradigma na mídia: a passagem de uma mentalidade regulada pela lógica da radiodifusão, que dominou todo o século 20, para outra em que o controle sobre a produção e a distribuição cultural já não é tão rígido; uma nova proposição que permite e valoriza o engajamento das audiências. Hoje, as pessoas não se limitam ao simples papel de consumidor. Discutem, reagem, espalham seus interesses e críticas pelas diferentes modalidades de mídia. Querem ser ouvidas, atendidas, recompensadas. Entre as muitas possibilidades dessa cultura cada vez mais ligada em rede, há pelo menos uma grande certeza: será mais bem-sucedido quem souber lidar melhor com as aspirações e desejos de um público ávido por participar e opinar.

Assunto: Comunicação.

Editora: Aleph.

Páginas: 408.

Ano: 2013.

Sobre os autores: Henry Jenkins é professor adjunto de Literatura e diretor do Programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT - Instituto de Tecnologia de Massachusetts; também leciona Comunicação, Jornalismo, Artes Cinematográficas e Educação na Universidade do Sul da Califórnia. Autor de vários livros sobre mídia e comunicação, entre os quais Cultura da Convergência, Jenkins é referência no estudo dos efeitos da mídia participativa na sociedade, na política e na cultura, sendo considerado um dos mais influentes pesquisadores da área na atualidade. Sam Ford é diretor de Engajamento da Audiência da agência Peppercomm Strategic Communications, afiliada ao Programa de Estudos Comparativos de Mídias do MIT e ao Programa de Estudos de Cultura Popular da Western Kentucky University. Em 2011, coeditou o livro The Survival of Soop Opera. Joshua Green é Estratégista da Undercurrent, uma empresa de estratégia digital. Ph.D. em Estudos de Mídia, coordenou projetos de pesquisa no MIT e na Universidade da Califórnia. Em parceria com a pesquisadora australiana Jean Burgess, coescreveu o livro Youtube e a Revolução Digital.


Eu comprei esse livro para ler e ver se aproveitava algumas coisas dele para meu TCC da pós-graduação, já que achei Jenkins genial em seu livro Cultura da Convergência. Porém, já confesso aqui, que o livro me deixou decepcionada.

A capa é bem basicona e toda em preto, apenas com a escrita em colorido (no caso em laranja, amarelo e branco). Como é um livro mais focado em estudo, acho a capa assim ideal. Não é uma capa que chama a atenção, mas me agrada. A diagramação dele é muito boa. A leitura é mais complexa por ser um livro de estudo e por ter suas 400 páginas, porém demorei em torno de uma semana para ler.

Como já disse acima, não foi um livro que eu amei ler. Eu gosto muito do Jenkins, porém acho que me desagradou a fato de ter outros autores neste livro. Um outro ponto que me incomodou é que sempre que terminavam um texto dentro do livro, ele não era concluído totalmente e dizia que para ter acesso eu deveria comprar a versão completa (sendo que não diz nada que essa não é uma edição completa, ou que exista outra). Por esse motivo achei o livro incompleto e me decepcionou, sem contar que não vi grandes discussões ou informações novas.

É aquele livro importante para os estudantes de comunicação, porém como já disse eu não gostei (mas, é claro, você pode gostar). É sempre interessante entender melhor como funciona o mundo da comunicação e a mídia, então serve para os curiosos também.

Comprei esse livro na Saraiva e paguei R$ 8,88 nele.

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

terça-feira, 17 de julho de 2018

Cirurgia refrativa: O problema

Olá querido(a)!
Hoje vim aqui contar tudo sobre a minha cirurgia refrativa, ou cirurgia de miopia. Já estou querendo falar sobre isso aqui no blog a algum tempo,já que fiz a cirurgia em janeiro, porém não sabia como começar. Por isso decidi que essa série será dividida em três postagens (saíra uma por semana aqui no blog): "O problema", que no caso é a postagem de hoje, em que irei contar a minha história com o problema de visão; "O dia D" em que irei contar sobre todo o pré-operatório e a cirurgia em si; "O depois" em que irei contar sobre o pós-operatório e mais algumas coisas que aconteceram comigo depois da cirurgia.


Muita gente que conheço começou com seus problemas de visão quando eram criancinhas, mas comigo foi diferente, meu problema apareceu na adolescência. No final do meu oitavo ano escolar é que descobri o problema. Na verdade a coisa toda começou antes disso, mas só lá pelo final de 2008. Quando meu desempenho escolar começou a cair e eu comecei a reclamar de constantes dores de cabeça. Mas pra mim, eu não enxergava mal, e sim que todos enxergavam como eu. E é bizarro, que tiveram que acontecer várias coisas até eu e minha família decidirmos ir ao médico para resolver o problema.

Quando fui ao médico foi constatado que eu tinha problema de visão, e o grau era bastante alto para alguém que nunca teve problemas coma questão de enxergar. Se não me engano eu tinha mais de 3 graus de miopia em cada olho, sem contar que também possuía algum grau de astigmatismo. 

No primeiro ano com o problema usei apenas óculos, já no final de 2009 fui apresentada ao mundo maravilhoso das lentes de contato e comecei a usar lentes de cor azul com grau. Com os anos passando, o grau foi aumentando. A lente colorida começou a me dar muitas alergias, já que possuía corante e modelo rígido. No fim de 2012 aderi a lentes de contato descartáveis, antialérgicas, gelatinosas e sem cor. Só sei que no fim de 2013 eu já contava com um pouco mais de 6 graus de miopia em cada olho e mais uns 2 graus de astigmatismo também. 

Confesso que de 2013 a 2016 meus olhos começaram a rejeitar as lentes de contato de tal forma que  a única solução viável era fazer a cirurgia, já que eu não estava conseguindo me adaptar aos óculos (passei anos usando lentes de contato). Como meu grau não aumentava fazia uns 2 ou 3 anos, meu médico liberou a cirurgia em 2016 (quando já estava prestes a fazer 21 anos, que é a idade recomendada para a cirurgia). Claro, que fizemos alguns exames para chegar a conclusão que eu teria chance de fazer a cirurgia, mas ele disse que eu teria que fazer outros que o cirurgião iria pedir.


Foi indicado para mim alguns médicos, mas foi difícil até conseguir marcar consulta com algum. Marquei consulta com um que meu médico indicou. Tive que ir para outra cidade fazer a consulta e fiz todos os exames no mesmo dia. O médico me liberou para a cirurgia, porém me cobrou R$ 650,00 reais em cada olho, somando um total de R$ 1300,00 (sendo que tenho plano de saúde e o plano cobre a cirurgia, esse dinheiro foi cobrado por fora). Me ligaram na outra semana um dia antes avisando da cirurgia, mas não fui por muitos motivos (morar longe, ter que me preparar ficando alguns dias sem usar lentes de contato, etc). Depois esperei por meses e nunca me ligaram. Liguei várias vezes e nunca marcavam. Hoje posso dizer que as coisas deram errado porque tinham que dar, já que o médico não me passou confiança e ainda tinha essa história de "pagar por fora".

Voltei no início de 2017 ao meu médico sem a cirurgia feita e com muitas alergias nos olhos. Ele me deu o pedido de cirurgia novamente e falou pra eu tentar com esse médico, já que já tinha feito todos os exames. Liguei e disseram que não aceitavam mais meu plano de saúde, e isso acabou comigo. Desisti da cirurgia depois disso.

No começo do segundo semestre de 2017 voltei ao meu médico com uma alergia muito forte nos olhos, já estava a mais de um mês sem usar lentes de contato. Fui para resolver a alergia, mas também fui com uma opção de hospital para fazer a cirurgia (uma pessoa tinha me indicado). Ele falou que eu podia ver sim nesse hospital que era bom, mas me deu o nome de um outro médico.

Resolvi seguir minha intuição e ligar para o hospital, que foi o que eu tinha pesquisado. Foi aí que essa história da cirurgia começou a criar forma realmente. Vou contar tudo sobre isso e a cirurgia em si na próxima postagem.

Gostou de saber um pouco da minha história com a miopia? Não esqueça de acompanhar as próximas postagens sobre o assunto!

Beijoos ;*




segunda-feira, 16 de julho de 2018

Resenha literária: Como se Tornar o Pior Aluno da Escola

Olá querido(a)!
A resenha literária de hoje é sobre o livro Como se Tornar o Pior Aluno da Escola.


Sinopse: Danilo Gentili foi o pior aluno da escola. Em seu histórico escolar acumulou 78 assinaturas no livro negro, 12 suspensões e 1 expulsão. Na infância ele já dava mostras de seu futuro: aos 4 anos fez sua primeira piada inconveniente e aos 7 começou a desenhar planos terríveis. Apesar de ter sido expulso algumas vezes da sala de aula da faculdade, conseguiu formar-se em Comunicação Social. Após a expulsão de vários empregos, ajudou a erguer o cenário da Comédia Stand-up no país e foi convidado para integrar o programa de humor CQC ? Custe o que Custar. Em sua primeira matéria para o programa conseguiu ser expulso do zoológico e a primeira vez em que visitou Brasília foi expulso do Congresso. Ou seja, se existe alguém neste mundo que sabe como é ser o pior aluno e, ainda assim, se dar muito bem, este sujeito é Danilo Gentili, que, além de tudo isso, acaba de lançar seu primeiro livro: Como se tornar o pior aluno da escola - Manual completo, ilustrado, revisado e não recomendado para estudantes, com textos e ilustrações de sua autoria (os anos de rabiscos pelos cantos dos cadernos tinham que render alguma coisa!).

Assunto: Literatura Infantil, Literatura Infanto-Juvenil.

Editora: Panda Books.

Páginas: 168.

Ano: 2009.

Sobre o autor: Danilo Gentili Jr. (Santo André, 27 de setembro de 1979) é um comediante, apresentador, ator, escritor, cartunista, fotógrafo, repórter, publicitário e empresário brasileiro.


Eu fiquei curiosa para ler esse livro, porque na época estava super falado por conta do filme que foi lançado baseado nele. Também quis ler porque foi o Danilo Gentili que escreveu, e como sou fã já estava doida pra ler. Quando ele disponibilizou o livro de graça para Kindle pela Amazon, eu baixei.

A capa é de cor vermelha e cheia de desenhos. O vermelho sempre traz aquele significado de perigo e tal, então tem a ver com aquele aluno mais levado. Também podemos associar a capa vermelha a nota desse aluno ruim. Gosto dessa capa porque ela é bem lúdica. Li o livro pelo aplicativo do Kindle para celular e posso dizer que a diagramação é incrível, e o livro tem muitas imagens e é lindo! A leitura corre fácil já que o livro é curto e possui imagens que complementam os textos.

O livro é montado de uma forma que pareça um manual para se tornar o pior aluno da escola. Tem várias dicas e tal do que fazer para chegar lá. Enquanto estava lendo eu confesso que escutava o Danilo Gentili narrando o livro, porque o livro é muito ele. Eu gostei bastante que o livro é bonito em seu designe e isso ajuda a complementar a leitura. Foi uma leitura gostosa e engraçada de fazer.

Recomendo esse livro para as crianças que estão começando a ler, porque elas vão realmente gostar. Também é indicado para você que está procurando algo leve e engraçado para ler, se você gosta do Danilo Gentili também vale a leitura.

Esse livro eu baixei na Amazon e acessei pelo aplicativo do Kindle para celular, mas tenho certeza que você encontra em muitas lojas para comprar (a versão física é bem bonita).

O que você achou da resenha? Já leu esse livro? Tem interesse em ler? Deixe seu comentário aqui embaixo, estou doida para saber a sua opinião!

Beijoos ;*

sábado, 14 de julho de 2018

Na telinha: Samantha!

Olá querido(a)!
Hoje eu vim falar um pouco sobre a série Samantha! que lanço semana passada na Netflix.


Desde que vi o trailer dessa série rolando pela internet já estava ansiosa por sua estreia. Primeiro, porque essa vibe de anos 80 encanta todo mundo. Segundo, que a história me pareceu bastante com a da Simony. Terceiro, que aqui no Brasil anos atrás existia essa coisa de grupos infantis e tal, então super nostálgico. O que me motivou a assistir também, é que a série é nacional e acho que você já sabe o quanto prezo produções do tipo.

"Uma ex-estrela mirim, que já viveu seu momento de auge como atriz, enfrenta dificuldades na carreira e na vida pessoal. Ela é casada com um ex-jogador de futebol, que acaba de sair da cadeia após 10 anos atrás das grades, mas a liberdade do marido está longe de ser a solução de seus problemas. Quando ele sai da prisão, a vida do casal muda completamente."


Apesar da minha certeza que a história é baseada em grandes estrelas mirins do Brasil, a história se torna original já que esse tema nunca foi explorado (pelo menos eu acho). É uma série de comédia, porém não é aquela coisa que vai fazer você morrer de ri, mas tem sua graça. É importante ressaltar que a Samantha é aquele tipo de personagem insuportável, mas que você não consegue odiar. Durante toda a série ela relembra momentos de sua carreira e até sinto ela repensar tudo o que fez aos outros. Também é uma série bacana do ponto de vista de refletir sobre o quanto a TV mudou dos anos 80 pra cá, e que coisas que eram normais hoje são consideradas absurdos pelo politicamente correto.

A série possui apenas uma temporada, por enquanto, com 7 episódios de 30 minutos cada, ou seja, uma série super curtinha. É uma comédia, apesar de eu não ter achado tão engraçada assim. Estou doida pela próxima temporada!


Você pode assistir essa série pela Netflix que é a produtora da mesma.

Já assistiu essa série? Deixe seu comentário pra eu saber a sua opinião!

Beijoos ;*


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Desejo do dia: Melissa Box

Olá querido(a)!
Estou aqui para dividir com você o que estou desejando a algum tempo, a Melissa Box.


A Melissa Box é uma caixinha, que parecem aquelas de feira, mas que serve como item decorativo. Além de decorar, ela também serve de cestinha para sua bike. Podemos encontrar esse produto em algumas cores, mas a maioria está esgotada no site.

Queria comprar a da cor rosa, porque pretendia usar como cestinha na minha bike (minha cestinha está destruída). Uma pena que na época que tentei comprar não tinha da cor que eu queria, e agora que entrou em venda já esgotou.

A única coisa que me preocupa é a durabilidade, porque é feita de plástico. Sempre que for usar na sua bike é importante não deixá-la no sol, ou tirar a cesta quando for fazê-lo.


Esse não é um item barato, mas achei o preço ok. É um item versátil, já que serve tanto para bicicletas quanto para decoração. Tenho certeza que quando for reposta no site, irei comprar a minha.

O que você achou da Melissa Box? Já tinha ouvido falar? Me conte nos comentários!

Beijoos ;*